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Maior gamer do Brasil elogia desempenho de Neymar no Counter Strike: "manda muito"

por Jovem Pan, . - Atualizado em

Coldzera, Kami e Djokovic Maia participam do Pânico; veja fotos

Jovens promessas do mundo dos games estiveram na bancada do programa

Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

Jovens promessas do mundo dos games estiveram na bancada do programa

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Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

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Talvez você nunca tenha ouvido falar de Marcelo Augusto David. Mas deveria: ele é um dos maiores atletas brasileiros do momento. Conhecido apenas como Coldzera, o jovem de 23 anos foi eleito o melhor jogador de Counter Strike do mundo em 2016 e 2017. Hoje, seu "passe" vale incríveis R$ 2 milhões. E sabe quem costuma diputar quase de igual para igual com ele? Ninguém menos que o atacante do PSG e camisa 10 da seleção brasileira Neymar.

No início desta semana, ele empatou em uma partida com o profissional e mostrou o resultado em suas movimentadas redes sociais. "Será que eu tô bem?", provocou na ocasião. Em entrevista ao Pânico nesta quinta-feira (9), Coldzera confirmou o bom desempenho do craque. Se ele tiver que mudar de profissão, por sinal, pode investir na área de games. "No futebol ele manda muito, mas no CS também", declarou.

O atleta esteve na bancada acompanhado dos também gamers Kami e Djokovic Maia - esse último treinador. Eles deram mais detalhes sobre os jogos que praticam (Counter Strike e League of Legends), detalharam a rotina e ainda revelaram os salários que é possível alcançar.

"O dia a dia dos meninos é pesado. Exige muito esforço. Os do meu time estão em casa agora em atividade física. Depois tem treino tático, depois tem treino comigo, depois tem treino individual. Por ser uma rotina estressante e muito regrada, eles começam cedo, com uns 15 anos, e em 5 ou 6 anos já estão exaustos", contou Djokovic Maia.

"As viagens também cansam muito. Tem mês que viajo por uns cinco países diferentes. Geralmente em campeonatos, chego dois dias antes para as fotos e filmagens. Tenho um dia de descanso e no outro começa a competição", completou Coldzera. "Os treinos são em torno de 10 horas por dia. Temos que estar bem e não podemos usar nada, existe anti-doping nas disputas (...). Se eu for vendido, sou avaliado em R$ 2 milhões".

"Violência está na mente das pessoas"

Uma das críticas que os envolvidos no universo gamer costumam ouvir é a de que os jogos são muito "violentos". Esse é um dos pensamentos que eles procuram diariamente desconstruir.

"CS é um jogo de polícia e ladrão. O jogador 'mata pessoas'. Por isso existe preconceito. Tentamos quebrar essa barreira, o jogo não é violento. Jogo é para se divertir. Temos amigos que têm problemas em casa, como depressão, e o jogo vira um refúgio. É apenas um jogo. A violência está na mente das pessoas. O preconceito começa na mente. Falam que é jogo de vagabundo, coisa de molecada, não dá futuro. Estamos quabrando isso", afirmou Coldzera.

Kami aproveitou para falar ainda sobre a diversidade na área. Ele, já consolidado, recentemente usou a internet para confirmar que é homossexual e disse ter sido bem recebido entre os colegas. Infelizmente, longe dos colegas o cenário não é sempre o mesmo.

"Esse é um ambiente tóxico com meninas e gays. Tem um chat aberto em que todo mundo fala qualquer coisa protegido por uma tela. As meninas sofrem bastante. Menina é xingada por ser menina! Dizem 'vai lavar louça', coisas assim. Isso tem que mudar. Já está melhorando", contou.

Todos os vídeos da entrevista podem ser vistos no canal do Pânico no YouTube.

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